domingo, 27 de julho de 2008

26 DE JULHO DE 2008

Ata de 19 de julho

A CÉSAR O QUE É DE CÉSAR


Alam

Veio um violão rachado, já foi feito o conserto.

Depois veio um bandolim. Parece que sentaram em cima,

Para abrir daquele jeito, não foi por mudança de clima.

Agora vem um cavaco. O povo está passando aperto.

Além de fazer os reparos, faço um aconselhamento:

Cuidem melhor das mulheres, ou escondam o instrumento.


O Companheiro chegou com um visual diferente,

Meio pastor evangélico, meio guru tibetano,

Colarinho abotoado, ar de monge franciscano,

Com a cabeça pelada, cabelo cortado rente.

É tocador de cavaquinho, sambista, e toca pandeiro,

Mas para cortar o cabelo devia chamar o barbeiro.

segunda-feira, 21 de julho de 2008

domingo, 20 de julho de 2008

19 DE JULHO DE 2008

Ata de 12 de julho

QUANTO DÓI UMA SAUDADE


Alam


Desta vez a Confraria saiu, mesmo, da rotina,

Conseqüência de um fato totalmente inusitado,

Tendo por um companheiro sido protagonizado

Quando recebeu, ainda, uma mãozinha feminina.

Chegou contando a história, fazendo um grande alarde,

Exibindo, para todos, a sua felicidade


Encontro com ex-mulher é uma caixa de surpresas,

Nunca existe a certeza de com será de fato.

O Confrade teve, há pouco, encontro dessa natureza

E, ao retornar à mesa, revelou o seu impacto

Que foi algo muito intenso. Deu para ver num relance.

Agora já estão prontos para reatar o romance.